segunda-feira, 28 de maio de 2012

Pós-jogo: Atlético-MG 1x0 Corinthians


Perdemos mais uma - 6 pontos jogados fora em duas rodadas. Na semana passada tinha a desculpa do foco na Libertadores e que era o time reserva (embora o Fluminense também estivesse sem os titulares em campo). Ontem teve a desculpa de que era fora de casa e contra um atual campeão estadual. Na próxima rodada - contra o Figueirense, em casa, com os titulares, vai ter desculpinha também? Alguém se esqueceu que pra ganhar Brasileirão não dá pra perder ponto de bobeira? Que tem que ganhar TODAS como mandante e O MÁXIMO QUE DER como visitante?

Em pontos corridos, quem se conforma com derrota e inventa desculpas fica pra trás.

Veja o gol no vídeo:


domingo, 27 de maio de 2012

Pré-jogo: Atlético-MG x Corinthians

O adversário de hoje do Corinthians pela 2ª rodada do Brasileirão 2012 é o atual campeão mineiro: o Atlético, fora de casa. Não será um jogo fácil, pois o Atlético-MG vem fazendo uma temporada muito positiva.

É claro que o foco do Corinthians é a Libertadores, mas como a semifinal do torneio será apenas no dia 13 de junho, o atual momento é muito importante no Brasileirão: temos a oportunidade de jogar algumas partidas com o time titular, sem precisar poupar ninguém pra Libertadores, e assim conquistar pontos no Brasileirão que podem fazer a diferença lá na frente.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Pós-jogo: Corinthians 1x0 Vasco

Foi indescritível a sensação que o torcedor corinthiano experimentou na última quarta-feira, durante o jogo contra o Vasco da Gama, no Pacaembu. Mantendo a vantagem no retrospecto recente, o Corinthians eliminou a equipe carioca por 1x0, com um gol de Paulinho aos 42 minutos do segundo tempo - quando todo mundo já estava se conformando com a decisão por pênaltis.

O jogo foi equilibradíssimo, com ambas as equipes demonstrando mais vontade do que qualidade. Embora o Corinthians tivesse mais volume de jogo, o Vasco teve chances claras de abrir o placar. Na maior delas, Diego Souza aproveitou a falha de Alessandro e invadiu a área corinthiana. O que seria o gol da desclassificação do Corinthians (que precisaria fazer dois gols pra reverter o resultado) se tornou um milagre: Cássio fez uma defesa espetacular, com a ponta dos dedos, e mandou a bola para escanteio. Após a cobrança, mais um susto: bola no nosso travessão. O sofrimento, como não poderia deixar de ser, foi aumentando a cada minuto. O técnico Tite foi expulso por reclamação, indo para a numerada assistir o jogo junto com a galera, e quando já nos preparávamos para decidir a vaga nos pênaltis o gol salvador de Paulinho nos colocou na semifinal da Libertadores pela segunda vez na história.

Devemos também ressaltar a postura vascaína nas duas partidas. Já vínhamos elogiando a raça da equipe adversária ao longo do Brasileirão do ano passado, e nesse confronto a situação se repetiu. Se nós temos tanto orgulho de torcer pra um time que sempre se doa em campo, temos também a obrigação de aplaudir um adversário tão guerreiro, cuja força demonstrada em campo faz com que a nossa vitória tenha ainda mais valor.

Foi definido agora há pouco que o nosso adversário na próxima fase será o Santos, que eliminou o Velez nos pênaltis. Esse é o confronto que ninguém queria, pois no momento temos que reconhecer que o Santos tem uma grande equipe e é o time a ser batido. Porém, a nossa equipe está jogando um futebol de altíssimo nível, continua invicta na competição e tomou só 2 gols em 10 jogos. Eu nem me lembro qual foi a última vez que uma equipe chegou invicta às semifinais da Libertadores (prometo pesquisar), e acredito que nunca houve um time com uma defesa tão sólida em nenhuma das edições anteriores do torneio.

O favoritismo é todo deles e, como sempre, ninguém além da fiel torcida acredita na gente. Vamos usar isso como um trunfo. Pois o sonho de voltar à semifinal já se realizou - agora vamos sonhar em alcançar a final. E finalmente erguer essa taça.

Veja o gol no vídeo:


E veja também o incrível gol perdido pelo Diego Souza:


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Pré-jogo: Corinthians x Vasco

A ansiedade é muito grande e fica difícil tentar fazer uma análise do jogo de hoje, a partida de volta das quartas de final da Taça Libertadores 2012, contra o Vasco.

Há um equilíbrio na qualidade das duas equipes, bastante semelhantes. São dois times bastante raçudos, e que tem um histórico recente de rivalidade bastante acentuado. Se é difícil esquecer das semifinais da Copa do Brasil de 2009, quando eliminamos os vascaínos e rumamos para a finalíssima (e posteriormente para o título), é mais marcante ainda o Brasileirão do ano passado, onde os 2 times disputaram o título até a última rodada, quando finalmente fomos pentacampeões. Há também a final do Mundial da FIFA de 2000, na qual precisamos dos pênaltis para derrotar os cariocas - ou seja, no retrospecto dos últimos anos o domínio corinthiano é total. E hoje, a história se repete?

Vamos com calma. Lembrando que qualquer empate com gols dá a vaga a eles, dá pra dizer que o jogo está em aberto. A gente precisa da vitória, mas tem a vantagem de jogar na nossa casa, o Pacaembu lotado. Um gol dos caras pode criar um desespero inimaginável na cabeça dos nossos jogadores e torcedores, mas todo mundo sabe que quando a gente sai atrás no placar, sempre joga melhor. E aí? O que esperar?

Repito, vamos com calma. Não dá pra projetar nada. Vamos esperar a hora do jogo. Se a gente fizer o que sabe, JOGAR BOLA, a gente passa. E depois de tantas decepções nas Libertadores recentes, a possibilidade de chegar às semifinais parece um sonho. Que se torne realidade, então.

domingo, 20 de maio de 2012

Pós-jogo: Corinthians 0x1 Fluminense

Começamos mal. Perdemos por 1x0 pro Fluminense, em pleno Pacaembu.

Nem tem muito o que dizer. Só sei que mesmo ainda faltando 37 rodadas esses pontos podem fazer falta.

Veja o gol no vídeo:



sábado, 19 de maio de 2012

Pré-jogo: Corinthians x Fluminense

Nesse final de semana começa o Campeonato Brasileiro 2012, e nosso primeiro adversário é um dos favoritos ao título: o Fluminense.

Uma particularidade do duelo é que ambas as equipes terão um jogo decisivo no meio de semana pela Libertadores - enquanto o Corinthians precisa vencer o Vasco no Pacaembu, o Fluminense recebe o Boca Juniors precisando reverter a derrota sofrida na Argentina. Assim, o que poderia ser um belo combate de estreia vai acabar sendo uma partida que vai ser colocada em segundo plano, onde as duas equipes vão entrar com o time reserva e com a cabeça na outra competição. Em compensação, como estamos na mesma situação  que eles e o jogo é em casa, podemos nos considerar favoritos, até porque nosso time reserva é melhor do que muitos titulares por aí.

E nada de achar que 3 pontos perdidos na primeira rodada não vão fazer falta. Não podemos nos esquecer de que a gente só foi campeão no ano passado por causa da gordura acumulada nas primeiras partidas da competição. Por isso, com time titular ou reserva, temos que entrar pra ganhar. E deixar pra pensar na quarta-feira depois.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Pós-jogo: Vasco 0x0 Corinthians

Em um jogo atípico, devido ao estado lamentável do gramado em São Januário, o Corinthians empatou sem gols com o Vasco da Gama e decide a classificação para a semifinal da Taça Libertadores na semana que vem, no Pacaembu.

Nenhuma equipe conseguiu criar muitas chances no campo encharcado. O Corinthians chegou próximo do gol com uma cabeçada de Jorge Henrique defendida por Fernando Prass, e o Vasco até marcou, mas o gol foi bem anulado pelo árbitro, pois Alecsandro estava em posição de impedimento.

Da mesma forma que no confronto contra o Emelec, a situação não é ruim, mas é menos confortável do que parece. Se o Corinthians precisa de uma vitória simples diante de sua torcida para avançar, o Vasco consegue a vaga em qualquer empate com gols. Por isso a nossa defesa, que vem funcionando tão bem (sofreu apenas 2 gols em 9 jogos), não pode falhar agora, para que a gente possa, finalmente, voltar às semifinais do torneio - o que só aconteceu uma vez, em 2000.

Veja os melhores momentos no vídeo:



quarta-feira, 16 de maio de 2012

Pré-jogo: Vasco x Corinthians


O Corinthians, atual campeão brasileiro, terá hoje pela frente um grande adversário pela Taça Libertadores: o Vasco, atual campeão da Copa do Brasil. Além de serem os dois campeões nacionais do ano passado, foram essas as duas equipes que brigaram pelo título do Brasileirão no ano passado, com o Corinthians se sagrando campeão e o Vasco ficando com o vice campeonato. Portanto, a rivalidade e o clima tenso também fazem parte do confronto.

Em um duelo que promete ser bastante equilibrado, a missão é trazer um bom resultado pra casa, e marcar gols fora é fundamental. Os caras tem um ótimo time, e a marca do elenco vascaíno é a mesma que a nossa: a união do grupo. São dois times guerreiros, com muita força de vontade - o equilíbrio é enorme. As nossas vantagens: decidir em casa (se é que isso é realmente uma vantagem), e não ter nenhum desfalque. Eles, em compensação, não vão poder contar com o grande craque do time, o zagueiro Dedé, nem hoje e nem na partida de volta, na semana que vem.

O Corinthians vai a São Januário praticamente completo. Com a exeção de Liédson e Julio César, que nem foram relacionados e ficaram em São Paulo, nenhuma modificação chama muita atenção. Com a lesão de Edenílson, Alessandro recupera a condição de titular, e William - que não agradou como centroavante - deve ficar no banco. Por isso o técnico Tite vai colocar em prática um esquema pouco utilizado nesse ano, mas que foi a base do time em boa parte da campanha do título brasileiro no ano passado: o 4-4-2, com Alex fechando o meio-campo.

Palpites? Não, é melhor não. Mas o que dá pra dizer é que, se não perder hoje, a vaga pra semi fica próxima. Acho difícil que o Vasco reverta um resultado aqui no Pacaembu. Por isso, o jogo de hoje é fundamental.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Pós-jogo: Corinthians 3x0 Emelec-ECU

Depois de 12 anos, o Corinthians está nas quartas de final da Taça Libertadores da América. A vaga foi conquistada na noite de ontem contra o Emelec, do Equador, após uma boa vitória por 3x0.

Se o Corinthians precisava apenas de uma vitória simples para se classificar, tudo pareceu mais fácil logo aos 8 minutos de jogo. Após um lançamento perfeito de Alex e um cruzamento de Emerson, Fábio Santos abriu o placar. Até deu a impressão que veríamos uma goleada, mas o time cansou de desperdiçar oportunidades claras de gol, e o primeiro tempo acabou mesmo em 1x0.

E aí o clima de tensão pairou no ar, porque com o 0x0 na primeira partida, qualquer empate com gols daria a vaga para o Emelec. Ou seja, um golzinho deles nos tiraria da competição.

Mas o Corinhians mandava no jogo, e o Emelec pouco perigo oferecia para o gol alvinegro. No segundo tempo, a superioridade corinthiana se transformou em mais dois gols, de Paulinho e Alex, e a vaga é nossa.

Por mais que a gente estivesse com um certo receio durante a partida, simplesmente não dava pra perder. A diferença entre as duas equipes é gritante, e o resultado fez justiça ao futebol apresentado pelo Corinthians.

Agora teremos como adversário o Vasco da Gama, que eliminou o Lanús nos pênaltis. Jogo difícil, mas com uma boa notícia para os supersticiosos: na última vez que chegamos a essa fase da competição, também tivemos como adversário um time brasileiro: o Atlético-MG, em 2000 - e vencemos. Essa, aliás, foi a melhor participação do Timão no torneio até hoje.

Veja os gols no vídeo:


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Pré-jogo: Corinthians x Emelec-ECU

Hoje entramos em campo pra decidir nossa vida na Libertadores 2012. A tarefa não parece difícil: vencer o Empresa Eléctrica del Ecuador em casa. Na pior das hipóteses, empatar em 0x0 e decidir nos pênaltis. Porque empate com gols ou vitória do Emelec dá a vaga pra eles.

Só que por mais que isso não pareça nada impossível, faz menos de 20 dias que fomos eliminados na mesma situação: em casa, tendo melhor campanha, e enfrentando um time infinitamente inferior. Fora que a gente já sabe o suplício que tem sido enfrentar time retranqueiro, que entra em campo com o único propósito de segurar o empate - e é exatamente isso que os caras vão vir fazer aqui em São Paulo.

Se isso já basta pro fantasma da eliminação pairar sobre o Pacaembu, lembrar que é jogo de Liberta, que nosso trauma na competição parece não ter solução, e que não avançamos para as quartas de final desde 2000 só piora a situação. De lá pra cá, é sempre bom lembrar, caímos nas oitavas em 2003, 2006 e 2010 e na pré-Libertadores no ano passado. Três dessas vezes em casa.

É por isso que essa vantagem de decidir em casa não me parece tão boa assim. Dos 8 mata-matas de Libertadores que disputamos, fomos eliminados decidindo em casa em 5. Em compensação ganhamos a Copa do Brasil de 2009 no Beira Rio, a de 1995 no Olímpico, cansamos de ser campeões em cima do São Paulo com mando deles e contra o Santos na Vila Belmiro, ou seja, não quer dizer nada. E se até o Barcelona foi eliminado em casa, tudo pode acontecer.

A nossa vantagem é a seguinte: o Corinthians é um time bastante sólido, que dificilmente perde, e tem uma defesa que leva poucos gols. Tendo o costume de jogar dessa forma, não seria nenhum resultado absurdo uma vitória nossa por 1 ou 2 a 0, ou pelo menos um 2x1. Portanto, dá pra ganhar. E se virar contra Lanús ou Vasco nas quartas.

Porque eu não quero nem pensar no que pode acontecer com o time se o Emelec, que não tem nada a perder, achar um gol e abrir 1x0. Nossas atuações na Libertadores são a cada ano mais tensas, e a tranquilidade apresentada pelo time na primeira fase já foi embora na semana passada. Será que a gente segura a onda? Honestamente, tomara a gente nem precise saber a resposta para essa pergunta. Vamos imaginar que vai dar a lógica: vitória corinthiana, e vaga nas quartas.

Técnicos – Oswaldo Brandão


Gaúcho da cidade de Taquara, Oswaldo Brandão nasceu no dia 18 de setembro de 1916. Começou no futebol como jogador, atuando como médio-direito, mas uma contusão no joelho o obrigou a encerrar a carreira aos 26 anos. Logo se tornou treinador. Começou no Palmeiras, e treinou também as duas Portuguesas: a da capital e a de Santos. Pouco tempo depois, trabalhando como gerente em um cinema enquanto esperava propostas para voltar ao futebol, foi convidado a assumir o Corinthians.

Sua estreia no cargo aconteceu no dia 10 de julho de 1954, contra o Palmeiras, pelo Rio-São Paulo, e não poderia ter sido melhor. Nessa partida, a vitória corinthiana aliada a uma combinação de resultados nos deu o título do Rio-São Paulo de 1954. No mesmo ano ele também seria campeão paulista do Quarto Centenário, o título mais importante do Corinthians até então. Venceu também o Torneio Internacional Charles Miller, em 1955.

Brandão treinou o Corinthians até 1957. Na ocasião, perdeu o título paulista para o São Paulo na última rodada, e acabou demitido. O treinador trabalhou posteriormente em diversas equipes e na Seleção Brasileira, mas voltou ao Corinthians em 1964, com a missão de tirar o clube da fila que já durava 10 anos. Mas não foi dessa vez que o Mestre Brandão daria mais um título à fiel torcida. O máximo que conseguiu foi o Rio-São Paulo em 1966 dividido com Botafogo, Santos e Vasco, e logo em seguida Brandão deixaria novamente o clube, para onde só retornaria em 1977.

Mas estava escrito que esse seria o ano do Corinthians. Após um início ruim no Paulistão, Oswaldo Brandão conseguiu unir o grupo em busca do título que acabaria com o jejum que já durava 23 anos, extraindo o máximo de seus jogadores e fazendo com que todos do elenco e da fiel torcida acreditassem na conquista do título. Na época seu filho estava com câncer, em estado terminal, e mesmo assim Oswaldo Brandão se dedicou ao máximo ao clube, focado em um único objetivo: o título do Campeonato Paulista de 1977. E como todos nós sabemos, o Corinthians foi o campeão, fazendo com que Brandão fosse ainda mais amado pelos torcedores corinthianos.

A última passagem do treinador pelo time do Parque São Jorge foi em 1980, mas não obteve bons resultados, deixando a equipe no ano seguinte.

Brandão não passava nem perto de ser um grande estrategista. Tinha como maior qualidade a capacidade de unir o elenco, criando um ótimo ambiente para os atletas. Era visto mesmo como um paizão por todos, chegando inclusive a dar conselhos financeiros aos jogadores com quem trabalhava. Grande ídolo não só no Corinthians, mas também no maior rival Palmeiras, foi criado em sua homenagem no ano de 2009 o "Troféu Oswaldo Brandão", com posse transitória, disputado no derby entre as duas equipes.

Oswaldo Brandão faleceu em São Paulo, em 29/07/1989, aos 72 anos.

Pelo Corinthians:

Jogos:
438

Vitórias:
249

Empates:
96

Derrotas:
93

Títulos:
Torneio Rio-São Paulo: 1954 e 1966
Campeonato Paulista: 1954 e 1977
Torneio Internacional Charles Miller: 1955


Para ver uma lista dos principais técnicos da história do Corinthians, clique aqui.

Para acessar os posts sobre outros técnicos da história do Corinthians, clique aqui.

Técnicos

A seguir, uma lista dos principais técnicos da história do Corinthians:

Amílcar Barbuy
Armando del Debbio
Carlos Alberto Parreira
Duque
Guido Giacominelli
Jorge Vieira
Mano Menezes
Mário Travaglini
Nelsinho Baptista
Oswaldo Brandão
Oswaldo de Oliveira
Rato
Sylvio Pirilo
Tite
Vanderlei Luxemburgo
     

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Pós-jogo: Emelec-ECU 0x0 Corinthians

Pois é, o jogo não foi dos melhores.

O Corinthians tava nervoso, jogou muito mal, e ainda por cima entrou na pilha criada pelo próprio Corinthians - porque o Emelec mesmo se comportou muito bem.

O juizão ajudou os caras, é verdade. Inverteu várias faltas, deu tiro de meta pro Emelec quando era escanteio pra gente, e escanteio pro Emelec quando era tiro de meta pra gente. Deixou nosso time inteiro doido, dos naturalmente esquentados como Emerson e Jorge Henrique a tranquilões como Paulinho. O Tite ficou louco, e até o presidente Mário Gobbi não segurou a boca. Mas nada justifica a péssima apresentação do Corinthians.

Como aspecto positivo, dá pra destacar o Cássio, bastante seguro, que pra mim já é titular do time. Se todo bom time começa com um bom goleiro, estamos no caminho certo. Mas, em compensação, os aspectos negativos são muitos.

Me atrevo a dizer que ontem, apesar do empate, jogamos pior do que contra a Ponte. O time não criou NADA, não arriscou NADA, não acertava um passe e foi incapaz de segurar o aspecto psicológico. A calma demonstrada pelo time na primeira fase não deu as caras ontem. E a má apresentação foi consequência disso. Não adianta, a Libertadores pesa pra gente. Mesmo contra adversários inferiores.

Acho que isso é o pior de tudo. Não tínhamos na nossa frente o Real Madrid. Era o Emelec! Um time extremamente limitado, pra não dizer extremamente RUIM. E mesmo assim tomamos sufoco. Tomamos bola na trave. E poderíamos ter perdido.

OK, quarta-feira tem a volta, é no Pacaembu, e a gente tem tudo pra se classificar. Precisamos vencer pra avançar, 0x0 dá pênaltis, e em vitória deles ou empate com gols, estamos fora. Missão impossível? Nem um pouco. Mas, honestamente, se o Corinthians não conseguir vencer o Emelec em casa, vai querer avançar pras quartas pra quê?

Veja os melhores momentos no vídeo:


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Pré-jogo: Emelec-ECU x Corinthians

Depois de 10 dias sem jogar, o Corinthians entra hoje em campo pelas oitavas de final da Taça Libertadores contra o Emelec, do Equador, fora de casa.

O time terá hoje duas novidades: a primeira é a ausência de Liédson, que em má fase nem viajou para Guayaquil. Em seu lugar joga Willian, que vai formar o ataque com Emerson Sheik e Jorge Henrique. A segunda é menos surpreendente. O goleiro Julio Cesar foi sacado do time após as falhas que custaram a eliminação corinthiana no Paulistão contra a Ponte Preta. Por isso, Cássio, que jogou apenas uma partida como titular com a camisa do Corinthians, vai ter a oportunidade de defender o gol alvinegro.

Vale lembrar que desde 2000, quando eliminamos o Rosário Central da Argentina nas oitavas de final, não conseguimos passar dessa fase da competição NENHUMA vez. De lá pra cá, foram duas eliminações nas oitavas contra o River Plate, da Argentina (em 2003 e 2006), sendo que em ambas as vezes perdemos tanto fora de casa na ida como em casa na volta; uma contra o Flamengo, também nas oitavas (na Libertadores do Centenário, em 2010), após derrota no Rio por 1x0 e vitória em São Paulo por 2x1, e o traumático confronto com o Tolima em 2011, onde o empate em casa e a derrota na Colômbia nos eliminou ainda na pré-Libertadores.

É claro que o Corinthians é amplamente superior, que o Emelec é bem fraquinho, que a gente é favorito, que vamos decidir em casa etc. etc. etc. Mas depois da Ponte no domingo passado, e principalmente do Tolima em 2011, dá pra ter certeza de alguma coisa?

domingo, 29 de abril de 2012

Títulos e taças

A seguir, uma lista com todos os títulos e taças do Corinthians:

• Mundiais

Mundial de Clubes da FIFA: 2 (2000 e 2012)

• Continentais

Copa Libertadores da América: 1 (2012)
Recopa Sul-Americana: 1 (2013)

• Nacionais

Campeonato Brasileiro: 7 (1990, 1998, 1999, 2005, 20112015 e 2017)
Copa do Brasil: 3 (1995, 2002 e 2009)
Supercopa do Brasil: 1 (1991)
Campeonato Brasileiro – Série B: 1 (2008)

• Interestaduais

Torneio Rio-São Paulo: 5 (1950, 1953, 1954, 1966 e 2002)

• Estaduais

Campeonato Paulista: 30 (1914, 1916, 1922, 1923, 1924, 1928, 1929, 1930, 1937, 1938, 1939, 1941, 1951, 1952, 1954, 1977, 1979, 1982, 1983, 1988, 1995, 1997, 1999, 2001, 2003, 2009, 2013, 2017, 2018 e 2019)

Torneios e copas:

• Internacionais

Pequena Taça do Mundo: 1 (1953)
Torneio Internacional Charles Miller: 1 (1955)
Copa do Atlântico de Clubes: 1 (1956)
Copa Cidade de Turim: 1 (1966)
Troféu Apollo V: 1 (1969)
Torneio Costa do Sol: 1 (1969)
Copa São Paulo: 1 (1975)
Torneio Feira de Hidalgo: 1 (1981)
Copa das Nações: 1 (1985)
Torneio Internacional de Verão Cidade de Santos: 1 (1986)
Torneio Internacional de Verão de São Paulo: 1 (1987)
Troféu Sergio Terpins: 1 (1988)
Troféu Ramón de Carranza: 1 (1996)

• Nacionais

Taça dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo: 2 (1930 e 1941)
Torneio Quinela de Ouro: 1 (1942)
Torneio Brasília: 1 (1958)
Pentagonal do Recife: 1 (1965)
Triangular Otávio Lage: 1 (1967)
Torneio do Povo: 1 (1971)
Taça Cidade de Porto Alegre: 1 (1983)

• Estaduais

Torneio Início: 9 (1919, 1920, 1921, 1929, 1936, 1938, 1941, 1944 e 1955)
Taça Cidade de São Paulo: 1 (1922)
Taça Competência: 3 (1922, 1923 e 1924)
Taça Ballor: 3 (1923, 1924 e 1928)
Taça Augusto Henrique Mündell Júnior (Festival do São Paulo Futebol Clube): 1 (1938)
Taça Fasanello: 1 (1938)
Taça Cidade de São Paulo: 5 (1942, 1943, 1947, 1948 e 1952)
Taça Tibiriçá (Torneio das Missões): 1 (1953)
Taça Prefeitura Municipal de São Paulo: 1 (1953)
Taça Charles Miller: 2 (1954 e 1958)
Torneio de Classificação do Campeonato Paulista: 1 (1957)
Taça Estado de São Paulo: 1 (1962)
Taça Piratininga: 1 (1962)
Taça Laudo Natel: 1 (1966)
Torneio Laudo Natel: 1 (1973)
Copa Bandeirantes: 1 (1994)

Taças e troféus:

• Internacionais

Taça A Gazeta: 1 (1929)
Taça Città di Firenze: 1 (1929)
Taça ao Empório Toscano: 1 (1929)
Taça Sudan Ovaes: 1 (1929)
Taça Professor Caputto: 1 (1929)
Troféu Hakoah All Stars: 1 (1930)
Troféu Boca Juniors: 1 (1935)
Troféu oferecido por Spritzer e Fuhrmann: 1 (1981)
Copa dos Campeões: 1 (1986)

• Nacionais

Taça o Mais Querido do Brasil: 1 (1955)
Taça Independência do Brasil: 1 (1971)
Troféu Osmar Santos (primeiro turno do Campeonato Brasileiro): 4 (2005, 20112015 e 2017)
Troféu João Saldanha (segundo turno do Campeonato Brasileiro): 2 (2014 e 2015)

• Interestaduais

Taça oferecida pelo C. R. Flamengo: 1 (1925)
Taça Clube de Regatas Flamengo: 1 (1925)
Char de la Victoire: 1 (1928)
Taça Vada: 1 (1928)
Taça Apea: 1 (1930)
Taça Maximo Alonso: 1 (1933)
Taça Aliança da Bahia Capitalização S. A.: 1 (1936)
Taça Prefeitura Municipal do Salvador : 1 (1936)
Taça Linha Circular: 1 (1938)
Taça Prefeito do Município do Salvador: 1 (1938)
Troféu Vinhos Casto: 1 (1957)

• Estaduais

Taça Beneficência Espanhola: 2 (1915 e 1916)
Bronze J. B. Maurício: 1 (1916)
Troféu oferecido pela Casa Mourão: 1 (1916)
Taça Cronistas Esportivos: 1 (1916)
Taça oferecida pelo Dr. Alcântara Machado: 1 (1916)
Taça oferecida pelo Sr. Celino Ambrósio: 1 (1917)
Taça “Challenge” Palmeiras: 3 (1919, 1920 e 1921)
Taça Amílcar: 1 (1919)
Taça União Brasil: 1 (1919)
Taça 47: 1 (1919)
Taça Chocolate Falchi: 1 (1919)
Taça Ruggerone: 1 (1920)
Taça Neco: 1 (1920)
Taça Doutor Arnaldo Vieira de Carvalho: 1 (1920)
Taça Olavo Bilac: 1 (1920)
Taça Amílcar-Formiga: 1 (1920)
Taça Prefeitura Municipal de Guaratinguetá: 1 (1920)
Taça Ida: 1 (1921)
Taça Antarctica: 1 (1921)
Taça Hospital de Caridade do Braz: 1 (1921)
Taça ao Preço Fixo: 1 (1921)
Taça Cabral-Coutinho: 1 (1922)
Taça Cântara Portugália: 1 (1922)
Troféu Doutor Octávio Egydio (vice-campeão do Torneio Início): 1 (1922)
Taça Joalheria Castro: 1 (1925)
Taça Guido Giacominelli: 1 (1925)
Taça Studebaker: 1 (1925)
Taça Agência Ford: 1 (1925)
Taça Juvenal Plácido Filho: 1 (1925)
Taça Lacta: 1 (1926)
Taça Centenário do Uruguai: 1 (1926)
Taça Guaraná Espumante: 1 (1926)
Taça Apea: 1 (1926)
Taça Francisco Reis: 1 (1926)
Taça De Callis: 1 (1926)
Taça Elixir de Cabo Verde Composto: 1 (1926)
Taça Adamastor: 1 (1926)
Taça Nazareth (vice-campeão do Torneio Início): 1 (1927)
Taça Fábrica de Gelo Vila Mathias: 1 (1927)
Taça Sarmento Beires: 1 (1927)
Taça Jahu: 1 (1927)
Taça Tipografia Carvalho: 1 (1927)
Taça O Comerciário: 1 (1927)
Taça Dr. Benedicto Montenegro: 1 (1929)
Taça Almirante Sousa e Silva: 1 (1929)
Troféu Washington Luís: 1 (1930)
Taça Ministro das Relações Exteriores do Chile: 1 (1931)
Troféu Liga Paulista: 1 (1939)
Troféu Capitão Sylvio de Magalhães Padillha: 1 (1941)
Taça Duque de Caxias: 1 (1941)
Taça Conde Rodolfo Crespi: 1 (1941)
Troféu Corinthians: 1 (1941)
Taça Manoel Domingos Corrêa: 1 (1942)
Troféu Bandeirante: 1 (1954)
Taça Roberto Gomes Pedrosa: 1 (1955)
Taça dos Invictos: 5 (1956195719871990 e 2009)
Taça Vinhos Casto: 1 (1957)
Troféu Ulysses Guimarães: 1 (1958)
Troféu Lourenço Fló Júnior: 1 (1962)
Taça Cidade de São Paulo: 2 (1974 e 1978)
Taça Governador do Estado de São Paulo Paulo Egydio Martins: 1 (1977)
Troféu José Maria Marin: 1 (1982)
Troféu Acesan – Associação dos Cronistas Esportivos de Santos: 1 (1985)
Troféu Cinquentenário da Aceesp: 1 (1991)
Troféu Cidade de São Paulo: 1 (1994)
Troféu Ayrton Senna: 1 (1994)
Taça Centenário da Associação Comercial de São Paulo: 1 (1994)
Taça da Solidariedade: 1 (1994)
Troféu Mário Xavier: 1 (2013)
Troféu Jackson do Nascimento: 1 (2014)
Troféu Dr. Sócrates Brasileiro: 1 (2015)
Troféu Palhinha: 1 (2018)
Troféu Gylmar dos Santos Neves: 1 (2019)

Títulos honoríficos:

Galo da Várzea: (de 1910 a 1913)
Campeão do Centenário Brasileiro: 1 (1922)
Tetra-tricampeão paulista: (1922-1923-1924, 1928-1929-19301937-1938-1939 e 2017-2018-2019)
Campeão dos Campeões: 1 (1930)
Campeão Honorário do Brasil - Torneio Rio-São Paulo: 1 (1950)
Fita Azul: 1 (1952)
Campeão Internacional dos Invictos: 1 (1954)
Campeão do Centenário da Cidade de São Paulo: 1 (1954)
Campeão Paulista do Século XX
Tríplice Coroa Internacional (Copa Libertadores 2012, Mundial de Clubes 2012 e Recopa Sul-Americana 2013): 1 (2013)

          

sábado, 28 de abril de 2012

Ídolos – Roberto Rivellino, o "Reizinho do Parque"


Nascido em 1º de janeiro de 1946, Roberto Rivellino é sem dúvida o maior jogador da história do Corinthians. A exemplo de Luizinho, outro genial ídolo alvinegro, Rivellino se destacou no time de aspirantes, fazendo com que a torcida chegasse mais cedo ao Pacaembu para vê-lo jogar antes das partidas do time profissional. O "Maloca", apelido pelo qual era conhecido por seus colegas, foi promovido para o time principal em 1965. E assim começou a trajetória de um dos maiores jogadores da história do futebol mundial.

Canhoto, jogava no meio de campo, como armador da equipe. Extremamente habilidoso e capaz de aplicar dribles perfeitos como o "elástico", herança de sua passagem pelo futebol de salão, Rivellino teve uma ascenção meteórica. Com apresentações geniais, em pouco tempo já era titular e camisa 10, conquistando o coração da torcida do clube do Parque São Jorge, que o apelidou de "Reizinho do Parque" em alusão ao Rei Pelé.

Nessa época as convocações para a Seleção Brasileira já eram constantes, e o "Bigode" fez parte do time tricampeão do mundo em 1970, no México. Titular absoluto e um dos mais importantes jogadores da maior Seleção de todos os tempos, Rivellino ficou conhecido pela imprensa mexicana como "Patada Atômica", devido à violência de seu chute de perna esquerda. Ele disputaria também as copas de 74 e 78, herdando a camisa 10 de Pelé, e sendo o maior destaque das campanhas brasileiras.

Mas o período não era dos mais fáceis na história do Corinthians. O clube já vivia um jejum de mais de 10 anos sem títulos de primeira grandeza, e a esperança do torcedor de que Rivellino seria o responsável por tirar o time da fila era enorme. Porém o jogador não conseguiria conquistar o tão desejado título no Corinthians. A situação ficou insustentável após a derrota para o maior rival Palmeiras na final do Paulistão de 1974, por 1x0. Acusado injustamente pela própria torcida de não se impor em campo, acabou sendo o maior responsabilizado pela derrota, e foi negociado com o Fluminense em um dos momentos mais lamentáveis da históra do Corinthians. Assim como diversos ídolos alvinegros, Rivellino saiu pela porta dos fundos do clube, tendo conquistado apenas alguns torneios de menor importância e um Rio-São Paulo em 1966 dividido com Botafogo, Santos e Vasco, apesar de ser o 11º maior artilheiro da história do Corinthians, com 144 gols.

No Rio de Janeiro seria ídolo da "Máquina Tricolor", e novamente provaria seu valor, jogando de forma primorosa e conquistando diversos títulos. Posteriormente Riva jogaria também no Al-Hilal da Arábia Saudita, onde encerrou sua carreira em 1981, aos 35 anos. Nos anos 80 faria parte da Seleção Brasileira de Masters.

Respeitado internacionalmente, Rivellino é o maior ídolo de ninguém menos que Diego Armando Maradona, e recebeu diversos prêmios individuais, como a Bola de Prata da revista Placar em 1971, as eleições para o All-Star Team da Copa do Mundo de 1970 e para a Seleção da América do Sul de todos os tempos, além do FIFA 100, em 2004, reconhecimento como um dos 100 maiores jogadores de todos os tempos.

Pelo Corinthians:

Jogos:
474

Vitórias:
238

Empates:
136

Derrotas:
100

Gols:
144

Títulos:
Torneio Rio-São Paulo: 1966
Pentagonal do Recife: 1965
Copa Cidade de Turim (ITA): 1966, 1969
Triangular de Goiânia: 1967
Taça Piratininga: 1968
Torneio da Costa do Sol (ESP): 1969
Troféu Apolo V (EUA): 1969
Torneio do Povo: 1971
Torneio Laudo Natel: 1973

Para ver uma lista dos principais ídolos da história do Corinthians, clique aqui.

Para acessar os posts sobre outros ídolos da história do Corinthians, clique aqui.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Ídolos

A seguir, uma lista dos principais ídolos da história do Corinthians:

Alessandro (lateral-direito)
Amílcar (atacante)
Baltazar (atacante)
Basílio (meio-campista)
Biro-Biro (meio-campista)
Brandão (meio-campista)
Cabeção (goleiro)
Carbone (meio-campista)
Casagrande (atacante)
Cássio (goleiro)
Cláudio (atacante)
Danilo (meio-campista)
Del Debbio (zagueiro)
Dinei (atacante)
Dino (meio-campista)
Dino Sani (meio-campista)
Dida (goleiro)
Domingos da Guia (zagueiro)
Edílson (atacante)
Emerson Sheik (atacante)
Gamarra (zagueiro)
Gylmar (goleiro)
Grané (lateral-direito)
Idário (lateral-direito)
Luizão (atacante)
Luizinho (meio-campista)
Marcelinho Carioca (meio-campista)
Márcio Bittencourt (meio-campista)
Neco (atacante)
Neto (meio-campista)
Oreco (lateral-esquerdo)
Palhinha (atacante)
Paulinho (meio-campista)
Rafael (atacante)
Ralf (meio-campista)
Rato (meio-campista)
Rincón (meio-campista)
Rivellino (meio-campista)
Roberto Belangero (meio-campista)
Ronaldo (atacante)
Ronaldo (goleiro)
Servílio (atacante)
Sylvinho (lateral-esquerdo)
Sócrates (meio-campista)
Teleco (atacante)
Tévez (atacante)
Tupãzinho (meio-campista)
Tuffy (goleiro)
Vaguinho (atacante)
Vampeta (meio-campista)
Viola (atacante)
Wílson Mano (meio-campista)
Wladimir (lateral-esquerdo)
Zé Elias (meio-campista)
Zé Maria (lateral-direito)
Zenon (meio-campista)
         

Posts históricos


A partir dessa semana a gente vai colocar aqui no blog alguns posts históricos sobre o Corinthians. Como foi explicado no post inaugural, a intenção desse blog não é só trazer notícias do Timão, mas também relembrar os momentos mais marcantes da nossa história. Por isso, serão homenageados os maiores ídolos, os principais títulos, os grandes técnicos, os melhores momentos, e até mesmo os momentos difíceis que tivemos, daqueles que por mais que a gente tente esquecer também fazem parte da nossa história.

Pedidos e sugestões são muito bem-vindos, fiquem à vontade!

domingo, 22 de abril de 2012

Pós-jogo: Corinthians 2x3 Ponte Preta

Parece brincadeira. ANTES FOSSE.

O Corinthians perdeu em casa para a Ponte Preta por 3x2 e está fora do Paulistão 2012. Sim, aquele time meia-boca que perdeu em Campinas para os nossos reservas conseguiu eliminar nossa equipe titular em pleno Pacaembu. E o pior: merecidamente. Ninguém esperava, mas os caras jogaram muita bola, se defenderam de forma brilhante e ainda se aproveitaram do fato de o Julio Cesar ter feito hoje a pior partida de toda a sua carreira. Resultado: estamos fora.

Nem dá pra culpar só o Julio. Ele teve falhas que realmente decidiram a partida, mas quase todo o time não jogou bem. Se a gente não tivesse errado tantos passes, se o ataque não tivesse perdido tantos gols, dava no mínimo pra empatar e tentar a sorte nos pênaltis. 

Nosso consolo é que o Palmeiras também perdeu hoje. Não digo isso pela rivalidade, porque ao contrário dos patéticos anti-Corinthians pouco me importa se rival tá se dando bem ou mal. Só que é muito bom não ser o único grande que passou vergonha hoje. Nossos eternos inimigos de estimação também deram mole e foram eliminados pelo Guarani. Ou seja, a gente poderia ter novamente uma semifinal contra o Palmeiras no derby da capital, mas vamos ter que nos conformar em assistir o derby de Campinas. Fazer o quê?

O jogo de hoje foi triste por diversas razões. Primeiro, pelo resultado em si, porque é claro que nenhum corinthiano gosta de ver o Timão perder. Segundo, obviamente, pela eliminação, que é sempre doída. Mas o pior motivo de todos é um só: o adversário. Com todo o respeito à Ponte, é um time que NUNCA ganhou nada em 112 anos derrotando um time ultra-vitorioso. É o 8º da primeira fase eliminando o 1º. É a zebra ganhando do favorito. Não dá.

Tem outro agravante: a última vez que um time considerado pequeno eliminou o Corinthians no Paulistão foi em 1989, quando o São José (?!?) nos venceu e chegou à final, que seria vencida pelo São Paulo. De lá pra cá, ganhamos 6 títulos, caímos algumas vezes na fase de grupos, e quando perdemos no mata-mata foi para Palmeiras, São Paulo ou Santos. Os GRANDES.

Por isso, fiel torcida, vamos abrir o olho. O Emelec é mais ou menos desse nível da Ponte. Eu posso ser otimista e dizer "melhor perder hoje do que na Libertadores", mas prefiro ficar esperto e pensar "se perdeu hoje, por que não também na Libertadores?". É hora de ficarmos espertos.

Veja os gols no vídeo:


sábado, 21 de abril de 2012

Pré-jogo: Corinthians x Ponte Preta

Após 19 rodadas de pouca (ou nenhuma) emoção, finalmente o Campeonato Paulista 2012 chega ao ponto que interessa: o mata-mata. Agora não tem segunda chance - os confrontos são eliminatórios, e em jogo único. Vacilou, está fora.

O Timão entra em campo nesse domingo contra a Ponte Preta na condição de franco favorito, e nem o mais pessimista torcedor corinthiano espera um resultado que não seja a vitória. A diferença técnica entre as duas equipes é gritante, como já ficou provado na primeira fase, quando o Corinthians venceu a Ponte em Campinas e com o time reserva. Amanhã, no Pacaembu lotado e com o time principal, será que dá pra perder? Espero, e realmente acho, que não.

Enfrentar a Ponte Preta é sempre saboroso para a fiel torcida. As recordações da final de 77, com o gol do Basílio e a quebra do jejum são inevitáveis, e também vêm à nossa mente o Paulistão de 79, no qual vencemos novamente o time campineiro na decisão. Só que essa Ponte Preta atual nem de longe lembra aquele time do final dos anos 70, fortíssimo, com diversos jogadores de Seleção Brasileira. Hoje a Ponte é um time bastante frágil, que dificilmente vai criar problemas para nós.

A tendência é que o Corinthians se classifique, e tudo indica que a gente não vai ser o único grande a avançar para as semifinais, já que não existe no atual momento nenhum time do interior com muito a oferecer. O Bragantino já foi atropelado hoje pelo São Paulo, e tanto o Corinthians como os rivais Palmeiras e Santos devem fazer o mesmo contra Guarani e Mogi Mirim, respectivamente. Talvez o confronto mais difícil seja o do Palmeiras - pode até acontecer do Guarani de Campinas eliminar o Guarani da capital, quem sabe? - mas o que todo mundo espera é que nas semifinais a gente veja os clássicos e finalmente aconteçam partidas interessantes de verdade, coisa que não teve no campeonato inteiro até agora.