segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Títulos – Torneio Brasília de 1958

Aproveitando a folga no calendário promovida pela Copa do Mundo de 1958, o Corinthians participou de uma disputa interestadual amistosa chamada de Torneio Brasília ou Torneio Quadrangular de Brasília.

O campeonato teve sede em Goiânia, no Estádio Olímpico da cidade. Seu nome fazia alusão à futura capital nacional, que seria inaugurada no estado de Goiás dentro de dois anos. Tratava-se de um quadrangular que contava, além do Corinthians, com três equipes goianas: o Atlético Goianiense, o Goiânia e o Sírio Libanês. O sistema era de todos contra todos, em três rodadas que definiriam como campeã a equipe que somasse mais pontos.

E vencemos nossas três partidas do quadrangular. Na estreia, goleamos o Atlético por 4x0. Na sequência, batemos o Sírio por 1x0. E na partida decisiva, contra o Goiânia, um empate já bastaria para levantarmos a taça, mas com gols de Zague e Paulo, fizemos 2x0, garantindo assim mais um título, com 100% de aproveitamento e nenhum gol sofrido.

Time-base: Cabeção (Aldo); Homero (Ari Clemente) e Olavo; Idário, Walmir (Goiano) e Benedito; Zezé (Bataglia), Rafael (Zezinho), Zague, Paulo (Índio) e Tite. Técnicos: Albino Lotito e Cláudio.

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Pós-jogo: Corinthians 1x1 Chapecoense

Campeonato Brasileiro 2016 – 33ª rodada

São jogos como esse refletem exatamente o porquê de o Corinthians ocupar apenas a sétima colocação do campeonato: como pode uma equipe que briga por uma vaga no G6 não conseguir vencer em casa a Chapecoense, e ainda por cima levar o gol de empate poucos minutos após sofrer para abrir o placar?

Difícil...

E êta zaga incompetente que não para de falhar e de cometer pênaltis infantis, hein?

Próximo jogo: 5/11, contra o São Paulo, fora de casa, pelo Brasileirão.

Veja os gols no vídeo:


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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Títulos – Torneio Quinela de Ouro de 1942

Também chamado de Taça Supremacia, Quina de Ases ou Torneio das Cinco Estrelas pela romântica imprensa esportiva do período, o Torneio Quinela de Ouro foi uma competição entre equipes de São Paulo e do Rio de Janeiro disputada uma única vez, no ano de 1942. O certame, que reunia algumas das principais equipes dos dois estados, foi uma espécie de precursor do Torneio Rio-São Paulo, que iniciaria sua era regular apenas em 1950. Os participantes foram os grandes da capital paulista (Corinthians, Palestra de São Paulo – antigo Palestra Itália, que na sequência mudaria seu nome para Palmeiras – e São Paulo) e dois dentre os mais importantes clubes cariocas (Flamengo e Fluminense).

Com sede no recém-inaugurado Pacaembu – todas as partidas do torneio foram jogadas no estádio –, a competição era disputada em pontos corridos, em turno único, definindo-se o campeão após cada equipe realizar quatro partidas.

Estreamos com um empate em 3x3 contra o São Paulo, resultado seguido por uma vitória por 2x1 sobre o Fluminense e outro empate, contra o Flamengo, em 1x1. Por coincidência, enfrentaríamos na última rodada o Palestra, adversário com quem dividíamos a liderança. O rival não apenas tinha a mesma pontuação que a gente como inclusive havia realizado uma campanha idêntica à nossa, já que também havia vencido o Fluminense e empatado com São Paulo e Flamengo.

Assim, a partida disputada em 28 de março acabou sendo uma verdadeira final. Só que quem esperava um jogo equilibrado viu uma lavada: 4x1 para o Corinthians, com gols de Dino, Jerônimo, Teleco e Eduardinho, resultado que nos deu mais um título interestadual.

Time-base: Joel (Rato); Agostinho e Chico Preto; Jango, Brandão (Sabiá) e Dino; Jerônimo (Jesus), Servílio, Teleco, Eduardinho e Milani (Carlinhos). Técnico: Carlos Menjou.

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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Títulos – Taça dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo de 1941

Campeão paulista de 1941, o Corinthians voltou a disputar naquele ano a Taça dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo, espécie de tira-teima entre os vencedores dos estaduais de São Paulo e Rio de Janeiro para se decidir qual era o melhor time do Brasil, já que as duas cidades eram na época consideradas os maiores centros futebolísticos do país.

Embora o Paulista de 1941 tenha sido o 12º conquistado pelo Corinthians, essa foi apenas a terceira vez que o clube participou da disputa da Taça dos Campeões Estaduais, já que em quase todas as ocasiões em que vencíamos o estadual, o confronto contra o campeão carioca acabava não se realizando: em 1930, vencemos o Vasco da Gama; já em 1931, fomos derrotados pelo Botafogo (sem contar as edições de 1922 e 1928, que disputamos, nas quais não foi definido um vencedor). Dez anos após nossa participação anterior, voltamos a ter uma oportunidade de levantar a taça de "campeão dos campeões", dessa vez contra o Fluminense, campeão estadual pela 14ª vez após o título carioca de 1941.

Em 23 de dezembro daquele mesmo ano, os campeões estaduais se enfrentaram em um jogo único disputado na Pacaembu. E o que se seguiu foi histórico: após 18 minutos, o Fluminense vencia por 2x0, mas o Corinthians iniciou uma reação impressionante. Ao final do primeiro tempo, a partida já estava empatada, com gols de Teleco e Milani; na segunda etapa, Teleco fez mais dois e Jesus fechou a contagem. Assim, com uma goleada de virada por 5x2, conquistamos esse troféu pela segunda vez.

Seria a última participação do Corinthians na Taça dos Campeões Estaduais. Naquele mesmo ano, entraríamos em um jejum de 10 anos sem vencer o estadual – logo, não conseguíamos nos credenciar à disputa. Já nos anos 50, quando voltamos a conquistar o Campeonato Paulista, o Torneio Rio-São Paulo já havia entrado em sua era regular, e isso acabou enfraquecendo o interesse na disputa da Taça dos Campeões Estaduais, que acabou extinta – embora na década de 1980 tenha ocorrido uma tentativa mal-sucedida de ressuscitar a competição, o que durou apenas dois anos.

Time-base: Joel; Agostinho e Chico Preto; Pellicciari, Brandão e Dino; Jesus, Milani, Teleco, Caio e Carlinhos. Técnico: Armando Del Debbio.

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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Títulos – Taça dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo de 1930

A Taça dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo, também conhecida como Copa dos Campeões Estaduais de São Paulo e do Rio de Janeiro, foi uma competição amistosa que colocava frente a frente os clubes que tivessem vencido a última edição do Campeonato Paulista e do Campeonato Carioca. Esse confronto era considerado um tira-teima entre os campeões dos dois maiores centros de futebol do país, já que na época o eixo Rio-São Paulo reunia as principais equipes do nosso futebol, e seu vencedor era visto como um verdadeiro "campeão brasileiro", carregando o status de "melhor clube do Brasil".

Embora a disputa tivesse se iniciado em 1911, ela não era realizada anualmente. Inclusive, nós não demos muita sorte, já que em muitos dos anos em que vencemos o Campeonato Paulista essa taça não foi disputada, sem contar os casos de 1922, em que Corinthians e América jogaram duas partidas, com cada equipe vencendo uma, o que manteve o título indefinido, e de 1928, quando novamente contra o América houve empate em 2x2 e não foi marcada uma partida extra.

Assim, nossa primeira oportunidade real na disputa aconteceu apenas em 1930, em um confronto que reunia os campeões do ano anterior: Corinthians, vencedor do Campeonato Paulista de 1929, nosso sétimo troféu estadual, e Vasco da Gama, que havia conquistado em 1929 o terceiro Campeonato Carioca de sua história. O confronto, disputado em partidas de ida e volta, valia a Taça Apea, oferecida ao vencedor pela Associação Paulista de Esportes Atléticos.

A primeira partida foi realizada na Fazendinha, no dia 16 de fevereiro. Abrimos o placar com Filó, mas o Vasco empatou, só que antes do intervalo já havíamos marcado outras duas vezes, com Filó e de De Maria. No segundo tempo, Gambinha ampliou, transformando o confronto em goleada, e o Vasco até fez mais um, mas o placar terminou com vitória corinthiana por 4x2, garantindo uma excelente vantagem para a partida de volta.

Em São Januário, no dia 23 de fevereiro, o Vasco até tentou, chegando a abrir 2x0, resultado que persistia até os 27 do segundo tempo. Mas a raça corinthiana falou mais alto: com gols de De Maria, Peres e Gambinha, o Corinthians virou o placar para 3x2, justificando a sua fama de ser o "time das viradas", e levou para casa um título bastante celebrado naquele período – o time chegou até mesmo a ser chamado de "campeão absoluto do Brasil" pela imprensa da época.

Inclusive, foi desse embate que surgiu a expressão "campeão dos campeões" presente no hino do Corinthians.

Time-base: Tuffy; Grané (Rafael) e Del Debbio; Nerino, Guimarães e Munhoz; Filó, Apparício (Peres), Gambinha, Rato e De Maria. Técnico: Virgílio Montarini.

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terça-feira, 25 de outubro de 2016

Agenda – 25 de outubro

No dia 25 de outubro de:

  • 2008 o Corinthians venceu o Ceará por 2x0 e garantiu o seu retorno à Série A do Campeonato Brasileiro.
       
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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Títulos – Troféu Ramón de Carranza de 1996

O Troféu Ramón de Carranza é um dos torneios amistosos mais tradicionais do mundo. Conhecida popularmente como a Taça das Taças, é uma disputa internacional de verão realizada na cidade de Cádis, na Espanha, desde 1955. Seu nome (em espanhol, Trofeo Ramón de Carranza) é uma homenagem a Ramón de Carranza y Fernández de la Reguera, presidente do Cádiz entre as décadas de 1920 e 1930, que foi o idealizador do evento.

Embora o sistema de disputa tenha sido ligeiramente alterado ao longo dos anos, normalmente os participantes são quatro (dois espanhóis e dois estrangeiros convidados), sendo que desde 1979 o Cádiz participa como anfitrião em todas as temporadas.

A edição de 1996, 42ª da história do torneio, trouxe o Corinthians de volta à disputa depois de 30 anos, já que a equipe havia participado da competição em 1966, ocasião em que não se saiu bem e terminou em quarto, ou seja, na última colocação. Os participantes em 1996, além do Corinthians, foram a equipe mexicana do Atlético Celaya e outras duas espanholas: o Real Betis e o próprio Cádiz. Os quatro times se enfrentariam no sistema de mata-mata, com início já nas semifinais, com os vencedores se enfrentando na final e os perdedores disputando o terceiro lugar.

Nossa estreia foi em 23 de agosto, contra o Cádiz, que, embora fosse o dono da festa, possuía um time muito frágil – naquela temporada, jogava a Segunda Divisão B, terceiro nível do futebol espanhol. Assim, sem sustos ou surpresas, O Corinthians bateu o adversário por 2x0, gols de Alex Rossi e Alcindo, e avançou para a final.

Já no dia seguinte, em 24 de agosto, teríamos pela frente um time mais forte: o Bétis, que naquela época atravessava um bom momento. E o título veio após uma vitória com o mesmo placar da semifinal: 2x0, com dois gols de Marcelinho, um em cada tempo.

No ano seguinte, voltaríamos à disputa, mas sem sucesso: terminamos na terceira colocação. Assim, o Troféu Ramón de Carranza de 1996 ainda é o único na história corinthiana e também o último título amistoso conquistado pelo clube, já que são cada vez mais raras disputas desse tipo.

Time-base: Ronaldo; Villamayor, Célio Silva, Henrique e Sylvinho; Bernardo, Marcelinho Paulista, Marcelinho Carioca e Souza; Alcindo (Jorginho) e Alex Rossi (André Santos). Técnico: Valdir Espinosa.

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Pós-jogo: Flamengo 2x2 Corinthians

Campeonato Brasileiro 2016 – 32ª rodada

Foi quase. Apesar de termos feito uma ótima partida contra o vice-líder Flamengo na tarde de ontem, fora de casa, a vitória não veio: apenas empatamos em 2x2.

Finalmente voltamos a jogar bem, e é justo que se diga que mais uma vez a arbitragem nos prejudicou, já que um dos gols do adversário foi marcado após um impedimento escandaloso. E sobre isso, temos que elogiar nosso atacante Lucca, que deu uma entrevista após o jogo e falou tudo aquilo que eu e muitos torcedores pensam: que se fosse um lance desses a favor do Corinthians todo mundo ia ficar falando uns 15 dias.

O Flamengo, aliás, só marcou três gols no Corinthians de 2014 pra cá, sendo dois deles irregulares. Nesse período foram seis jogos, com quatro vitórias nossas, uma deles e um empate, com 12 gols marcados pelo Timão.

E nem vou mencionar o copo que tacaram no Marquinhos Gabriel durante o nosso segundo gol. Vai ter punição?

Vale também lembrar que o ex-jogador corinthiano Guerrero finalmente fez alguma coisa contra o nosso time – foram dele os dois gols da equipe carioca –, mas não importa. Pelo que tudo indica, vai ser vice, mesmo, já que me parece que ninguém vai tirar essa taça das mãos do Palmeiras. E por falar nisso... nada me orgulha mais do que ver nosso time jogar pra ganhar e a torcida empurrar a equipe mesmo o nosso adversário sendo exatamente o único clube que ainda podia tirar o título do nosso maior rival. Se fosse outro tipo de torcida, já ia ter pedidos de "entrega", mas pra corinthiano, só o nosso time e os nossos interesses importam. E é assim que deve ser.

Próximo jogo: 29/10, contra a Chapecoense, em casa, pelo Brasileirão.

Veja os gols no vídeo:


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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Títulos – Torneio Internacional de Verão de São Paulo de 1987

Assim como na temporada anterior, o Corinthians iniciou o ano de 1987 disputando mais um título: o Torneio Internacional de Verão de São Paulo.

A disputa se tratava de um campeonato amistoso de pré-temporada que envolvia três equipes, sendo duas brasileiras (Corinthians e Joinville) e uma estrangeira (o Colônia, da Alemanha). Em um sistema completamente maluco (como de costume nos torneios não oficiais da época), as raras informações encontradas sobre a disputa informam que as três equipes formavam um triangular, mas que não haveria jogos de todos contra todos, já que não estava previsto o confronto entre os dois times brasileiros. Isso quer dizer que o Colônia faria duas partidas, mas Corinthians e Joinville entrariam em campo apenas uma vez. Vai entender...

O único compromisso do Timão na disputa, contra o Colônia, se deu em 23 de janeiro de 1987. O adversário tinha em seu elenco Harald Schumacher, um dos maiores goleiros da Seleção Alemã em todos os tempos, mas ele acabou sendo o grande responsável pela vitória corinthiana por 1x0 ao tomar um frangaço em um cabeceio de Jatobá após cobrança de escanteio.

Quanto à outra partida do triangular, o que se conta é que Colônia e Joinville empataram em 1x1, resultado que bastou para que o Corinthians levasse o troféu para casa.

É comum encontrarmos algumas fontes que chamam essa disputa de II Torneio Internacional de Verão Cidade de Santos, já que o Corinthians havia disputado – e vencido – em Santos um torneio de pré-temporada similar a esse em 1986. Mas isso não faz o menor sentido, já que a partida entre Corinthians e Colônia foi disputada em São Paulo, no Pacaembu, fora o fato de que nem o Santos Futebol Clube e nem a cidade de Santos possuem nenhum tipo de ligação com a organização do torneio, que ficou a cargo da MJF Publicidade e Promoções.

Time-base: Carlos (Waldir Peres); Édson, Edivaldo (Marco Antônio), Jatobá e Jacenir; Márcio, Paulo César Catanoce (Wilson Mano) e Biro-Biro; Eduardo (Ricardo), Edmar e João Paulo (Cacau). Técnico: Jorge Vieira.

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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Pós-jogo: Cruzeiro 4x2 Corinthians

Copa do Brasil 2016 – Quartas de final: jogo de volta

Eliminados, de novo.

Próximo jogo: 23/10, contra o Flamengo, fora de casa, pelo Brasileirão.

Veja os gols no vídeo:


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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Agenda – 19 de outubro

No dia 19 de outubro de:

  • 1964 nasceu Márcio Bittencourt, meio-campista que atuou no Corinthians de 1985 a 1991 e treinador do clube em 2005.
       
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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Títulos – Torneio Internacional de Verão Cidade de Santos de 1986

A temporada de 1986 do Corinthians foi iniciada com o convite para participar do Torneio Internacional de Verão Cidade de Santos, competição amistosa promovida pelo Santos Futebol Clube tendo como sede a Vila Belmiro. E do mesmo modo que havia acontecido em 1975, na Copa São Paulo, e em 1983, na Taça Cidade de Porto Alegre, também no torneio de Santos o Corinthians se comportou como o visitante intruso, já que foi até a casa do adversário e tirou a taça das mãos do rival.

Além de Santos e Corinthians, participou da disputa o Grasshopper, da Suíça. As equipes formaram um triangular, com todos enfrentando todos, e quem somasse mais pontos se sagraria campeão.

Nossa estreia foi em 17 de janeiro, quando derrotamos o Grasshopper por 3x0, com dois gols de Lima e um de Édson. Dois dias depois, em 19 de janeiro, Corinthians e Santos realizaram a partida que acabou sendo uma verdadeira decisão, já que o Santos também havia vencido a equipe suíça. E com dois gols no segundo tempo (um de Lima e um de João Paulo), vencemos o rival por 2x0 e trouxemos para casa mais esse troféu internacional.

Time-base: Carlos; Édson, Paulo, Edivaldo e Aílton; Biro-Biro, Casagrande (Luís Fernando) e Zenon (Mauro); Paulo Cesar (Wilson Mano), Lima (Ricardo) e João Paulo. Técnico: Rubens Minelli.

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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Agenda – 17 de outubro

No dia 17 de outubro de:

  • 1898 nasceu Tuffy, goleiro que atuou no Corinthians de 1928 a 1931.
      
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Pós-jogo: Corinthians 2x0 América-MG

Campeonato Brasileiro 2016 – 31ª rodada

Lição de casa feita. Na reestreia do técnico Oswaldo de Oliveira, batemos o lanterna América na nossa Arena por 2x0.

Seis pontos ganhos em seis disputados, contra o último e o penúltimo colocados da competição. Nada mais do que a obrigação, mas serão pontos que poderão nos ajudar a dar tranquilidade na busca por uma vaguinha na Libertadores do ano que vem.

Próximo jogo: 19/10, contra o Cruzeiro, fora de casa, pela Copa do Brasil.

Veja os gols no vídeo:


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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Pós-jogo: Santa Cruz 2x4 Corinthians

Campeonato Brasileiro 2016 – 30ª rodada

Depois de ver a tabela e notar que pegaríamos vice-lanterna (Santa Cruz) e lanterna (América-MG) na sequência, o pensamento foi um só: seis pontos são obrigação pra iniciar uma recuperação do Timão nessa reta final de Brasileirão. E o primeiro passo foi dado: após seis jogos sem vitória e quatro sem marcar um mísero gol na competição, vencemos o Santa Cruz por 4x2 – mas não sem aquela dose desnecessária de sofrimento, já que saímos em desvantagem e tivemos que virar a partida.

Próximo jogo: 16/10, contra o América-MG, em casa, pelo Brasileirão.

Veja os gols no vídeo:


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Agenda – 13 de outubro

No dia 13 de outubro de:

 
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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Títulos – Copa das Nações de 1985

Dentre os títulos internacionais amistosos que o Corinthians conquistou em sua história, com certeza o mais curioso foi o da Copa das Nações de 1985 (em inglês, Los Angeles Nations Cup 1985). Isso porque os adversários do Timão na competição não foram outros clubes, e sim as seleções nacionais da Bulgária, do Chile e do México.

Esse torneio foi organizado diversas vezes entre 1983 e 1991. Na edição de 1985, os quatro participantes formavam um quadrangular seguindo um esquema bastante comum em competições desse porte da época: cada equipe faria apenas dois jogos, e não três – ou seja, não enfrentaria todos os adversários do grupo –, e após duas rodadas, quem tivesse somado mais pontos levaria a taça para casa. Ficou decidido que não enfrentaríamos o México; portanto, nossos adversários seriam Bulgária e Chile.

Nossa estreia, em 25 de agosto, foi um empate tenso com a Bulgária em 3x3 no Memorial Coliseum de Los Angeles: tomamos o primeiro gol, e Casagrande empatou; sofremos o segundo, e Paulo César nos colocou em igualdade outra vez; mas levamos o terceiro, e apenas um gol contra aos 38 do segundo tempo evitou a nossa derrota. Enquanto isso, o México batia o Chile por 2x1 e assumia a liderança da competição.

Na rodada decisiva, contra o Chile, em partida também disputada no Memorial Coliseum, em 28 de agosto, vencemos por 2x1, e de virada, com dois gols de Paulo César no segundo tempo. Foi uma partida bastante equilibrada, na qual o ídolo Casagrande quase se tornou vilão, pois perdeu um pênalti e ainda foi expulso. Já no outro jogo do grupo, o México não saiu do 1x1 com a Bulgária, resultado esse que nos deu mais um título: com Corinthians e seleção mexicana empatados em pontos (três, pois na época a vitória valia apenas dois) e em saldo de gols (um), o critério de desempate acabou sendo os gols pró (cinco nossos contra três dos mexicanos).

Time-base: Carlos; Édson, Juninho, De León e Wladimir; Dunga, Biro-Biro (Eduardo) e Zenon (Wágner); Paulo César, Casagrande e João Paulo. Técnico: Mário Travaglini.

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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Títulos – Troféu Internacional Feira de Hidalgo de 1981

Em 1981, o Corinthians foi um dos clubes convidados para a disputa de um torneio amistoso realizado no México: o Troféu Internacional Feira de Hidalgo (em espanhol, Trofeo Internacional Feria de Hidalgo), disputado em Pachuca, capital do estado mexicano de Hidalgo. Esta, que foi a única edição do torneio, contou também com a participação de dois times da casa (America e Cruz Azul) e do Independiente, da Argentina.

Quanto ao regulamento, embora eu não tenha encontrado nenhum documento e nem mesmo jornais ou revistas da época que explicassem o formato de disputa, a tendência é que ele seguisse um esquema bastante comum à época, que inclusive seria usado na Copa das Nações vencida pelo Timão quatro anos depois, em 1985: as quatro equipes formariam um quadrangular, e cada uma enfrentaria apenas dois dentre os seus três adversários do grupo; após duas rodadas, quem somasse mais pontos se sagraria campeão. Algumas fontes indicam que seriam três rodadas, ou seja, que todos jogariam contra todos, mas isso, como se verá a seguir, não foi colocado em prática, já que cada equipe realizou apenas duas partidas.

A estreia corinthiana na competição, no dia 18 de novembro, foi contra o Independiente, um dos gigantes do futebol argentino, que na época já contabilizava seis títulos da Taça Libertadores. Com um gol de Sócrates e outro de Zenon, vencemos por 2x1, mas o fato mais marcante daquele jogo foi a briga generalizada que estourou em campo, o que obrigou o árbitro a encerrar a partida aos 39 minutos do segundo tempo.

Nossa segunda partida, no dia 20 de novembro, foi contra o America. Apesar do grande número de torcedores corinthianos presentes no estádio, o que impressionou até os jogadores do nosso elenco, tínhamos um problemão: nosso maior craque, Sócrates, precisou entrar em campo no sacrifício, pois havia sentido uma lesão. Com a bola rolando, mais dificuldade: embora o Timão tenha conseguido abrir o placar com Wágner, aos 26 minutos do primeiro tempo, a expulsão do zagueiro Gomes logo no início da segunda etapa dificultou ainda mais as coisas. Mesmo com um homem a menos, o Corinthians ampliou com o baleado Sócrates, após um contra-ataque, só que na sequência tivemos mais dois jogadores expulsos – logo Zenon e Biro-Biro, dois dos principais atletas do nosso time. Tivemos que encerrar a partida com oito jogadores, ainda que no finalzinho da partida um adversário também tenha levado o vermelho, mas mesmo assim vencemos por 2x0. Com o resultado, o Corinthians garantiu o título e, além da taça, recebeu os parabéns do governador de Hidalgo, Guillermo Rossell de la Lama, que se encantou com o futebol praticado pela equipe alvinegra e fez questão de ir cumprimentar os jogadores corinthianos, Sócrates em especial.

Alguns pesquisadores costumam apontar que com duas vitórias nos dois primeiros jogos, nem foi necessária a parida contra o Cruz Azul que encerraria a participação corinthiana no torneio, pois nenhuma outra equipe poderia alcançar a nossa pontuação, mas matematicamente isso não faz o menor sentido: o Cruz Azul havia vencido sua primeira partida, contra o America, e sido derrotado em seu segundo compromisso contra o Independiente, nos pênaltis. Isso quer dizer que o Cruz Azul poderia nos vencer na partida final e empatar com a gente em pontos – e, inclusive, se isso acontecesse e o Independiente vencesse o America, teríamos um triplo empate na liderança do grupo, pois todas as equipes chegariam a quatro pontos (na época, cada vitória valia dois pontos). Assim, conforme já apontado no início deste texto, embora eu não tenha obtido acesso a um programa oficial que explicasse o regulamento do torneio, tudo indica que fosse mesmo uma disputa em que não estavam previstos confrontos de todos contra todos. Mas o que importa é que o troféu está no Parque São Jorge e faz parte da história corinthiana.

Time base: César; Zé Maria (Luís Cláudio), Gomes, Wágner e Wladimir; Caçapava, Biro-Biro e Zenon (Paulinho); Eduardo (Rondinelli), Sócrates (Mário) e Joãzinho. Técnico: Mário Travaglini.

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Agenda – 7 de outubro

No dia de outubro de:

  • 1973 nasceu Nelson de Jesus Silva, o Dida, goleiro que atuou no Corinthians de 1999 a 2000 e de 2001 a 2002.
              
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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Pós-jogo: Corinthians 0x0 Atlético-MG

Campeonato Brasileiro 2016 – 29ª rodada

Quando a fase é ruim, nem jogando em casa contra um adversário que somava 10 desfalques a gente consegue vencer. Impressionante.

Na verdade, era pra termos vencido, né, arbitragem? O gol de Gustavo anulado por falta de ataque é o típico lance que quando beneficia o Corinthians, o mundo vem abaixo, mas como prejudicou a gente, ninguém fala nada.

Até jogamos melhor do que de costume, mas tá difícil... Mesmo com essa mudança bizarra de G4 para G6, podendo se transformar em G7 de acordo com o que acontecer na Copa do Brasil, acho cada vez mais difícil ficar entre os seis primeiros. Bola pra isso, honestamente, não creio que temos.

Emoções nos aguardam para as próximas rodadas.

Próximo jogo: 12/10, contra o Santa Cruz, fora de casa, pelo Brasileirão.

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terça-feira, 4 de outubro de 2016

Títulos – Copa São Paulo de 1975

Ainda em tempos de jejum de títulos oficiais, o Corinthians foi convidado em 1975 para disputar mais um torneio amistoso internacional: a I Copa São Paulo, também chamada por alguns de Copa Cidade de São Paulo (talvez uma confusão com a Taça Cidade de São Paulo, torneio estadual extinto disputado entre os anos de 1942 e 1952).

Promovida pelo São Paulo Futebol Clube, a Copa São Paulo trazia quatro equipes participantes, sendo duas da capital paulista (Corinthians e São Paulo) e outras duas estrangeiras convidadas (San Lorenzo, da Argentina, e Peñarol, do Uruguai), que se enfrentariam no mesmo velho e conhecido esquema da Copa Cidade de Turim de 1966 e do Torneio Costa do Sol de 1969, ambos vencidos pelo Timão: a disputa, em mata-mata, se iniciaria já nas semifinais, com os vencedores avançando para as finais e os perdedores disputando o terceiro lugar.

Na semifinal, disputada no Morumbi contra o San Lorenzo no dia 1º de fevereiro, deu Corinthians 1x0, com gol de Lance.

Já no dia seguinte, em 2 de fevereiro, também no Morumbi, faríamos um clássico contra o São Paulo, que na outra semifinal havia eliminado o Peñarol. O adversário abriu 2x0 ainda no primeiro tempo e apenas buscava administrar o resultado, mas fomos buscar o empate na etapa complementar com Vaguinho e Zezé. Após uma prorrogação sem gols que incluiu um milagre do nosso goleiro Sérgio no último minuto, foi necessária uma disputa de pênaltis para decidir o vencedor. E aí foi um verdadeiro festival de pênaltis invalidados após os goleiros de ambas as equipes teimarem em se adiantar em praticamente todas as cobranças. O São Paulo fez 1x0, e Lance empatou para o Corinthians (embora tenha precisado bater seu pênalti três vezes, já que as outras duas cobranças foram invalidadas pelo árbitro). Na sequência, o São Paulo abriu 2x1, e Zé Roberto empatou a série novamente. Aí foi a vez de o São Paulo cobrar quatro vezes o mesmo pênalti, com o juiz mandando voltar todas as cobranças – e, incrivelmente, todas foram na trave, o que permitiu que Pita fizesse 3x2 e colocasse o Timão à frente. Em seguida, o São Paulo empatou, e Daércio fez 4x3 para o Corinthians. Na cobrança derradeira, o São Paulo não podia perder... mas perdeu, novamente acertando a trave. Só que o juiz, de novo, mandou voltar, e então o goleiro Sérgio fez a defesa que garantiu mais uma taça internacional para o Corinthians. Taça, aliás, tirada das mãos do anfitrião e na casa do rival.

E o grande herói daquela tarde acabou sendo Sérgio, que curiosamente havia sido contratado na véspera e fazia a sua estreia pelo Corinthians exatamente naquela partida.

Essa foi a segunda conquista internacional corinthiana em solo brasileiro – já havíamos vencido em casa o Torneio Internacional Charles Miller 20 anos antes, em 1955.

A Copa São Paulo jamais voltou a ser disputada. No entanto, algumas fontes afirmam que em 1977 houve uma segunda edição do torneio, vencida pelo Atlético de Madrid – embora os documentos mais confiáveis considerem se tratar de outra competição, a Taça Governador do Estado de São Paulo.

Time-base: Paulo Rogério (Sérgio); Zé Maria, Laércio, Ademir e Wladimir; Ruço (Tião) e Pita (Adãozinho); Vaguinho (Nílton) (Zezé), Adílson (Lance), Arlindo (Zé Roberto) e Daércio. Técnico: Sylvio Pirillo.

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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Pós-jogo: Botafogo 2x0 Corinthians

Campeonato Brasileiro 2016 – 28ª rodada

E seguimos ladeira abaixo: mais uma derrota, agora contra o Botafogo. Justificando a bizarra campanha que o time vem fazendo no segundo turno (no momento, a segunda pior, à frente apenas do Santa Cruz, que joga hoje e pode nos colocar na pior colocação), somamos apenas um dos 15 últimos pontos disputados. Parabéns, Corinthians.

Simplesmente fomos dominados pelo adversário. Parecia que não tínhamos entrado em campo.

Sem mencionar as lambanças diárias cometidas pela nossa defesa. Tá séria a coisa. TODOS os gols dos adversários nascem em falhas individuais de nossos defensores.

E pensar que exatamente contra o Botafogo, no primeiro turno, quando ainda vínhamos brigando pela liderança, Cristóvão foi anunciado como o novo técnico da nossa equipe após a saída de Tite, e nós depositamos confiança... Somando isso às falhas da nossa Diretoria, olha só no que deu...

Próximo jogo: 5/10, contra o Atlético-MG, em casa, pelo Brasileirão.

Veja os gols no vídeo:


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