sexta-feira, 31 de maio de 2019

Pós-jogo: Deportivo Lara-VEN 0x2 Corinthians

Copa Sul-Americana 2019 – Segunda fase: jogo de volta

Com um 2x0 em casa e outro 2x0 fora, chegamos às oitavas de final da Copa Sul-Americana. E vamos com tudo passar por essa fase maldita em que sempre somos eliminados nas competições da Conmebol.

Mas antes, é matar ou morrer na Copa do Brasil.

Próximo jogo: 4/6, contra o Flamengo, fora de casa, pela Copa do Brasil.

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quarta-feira, 29 de maio de 2019

Taças – Troféu Mário Xavier (2013)

Em 2013, para celebrar o centenário do primeiro confronto entre Corinthians e Santos, realizado pela primeira vez em 1913, foi colocado em disputa um título simbólico: o Troféu Mário Xavier, oferecido pela Nike. Essa taça seria entregue à equipe que somasse mais pontos no clássico alvinegro pelos dois turnos do Brasileirão daquele ano.

Ambas as partidas terminaram empatadas em 1x1: tanto a disputada na Vila Belmiro, em 7 de agosto, quanto a que teve sede em Araraquara, no estádio Fonte Luminosa, em 27 de outubro – os gols do Corinthians foram marcados por Paulo André no primeiro jogo e Douglas no segundo.

Assim, foi preciso recorrer aos critérios de desempate. O primeiro critério, gols fora de casa, também demonstrava igualdade. Foi só no segundo critério, disciplinar, que a disputa se resolveu, já que nenhum cartão foi aplicado no segundo jogo, mas no primeiro recebemos dois amarelos e um vermelho, enquanto o adversário foi advertido com três amarelos e um vermelho. Melhor assim: o terceiro e último critério seria, acredite, uma disputa de par ou ímpar.

Time-base: Cássio (Walter); Edenílson, Paulo André, Gil e Fábio Santos (Alessandro); Ralf, Guilherme (Rodriguinho), Danilo (Diego Macedo), Douglas (Romarinho) (Íbson) e Renato Augusto; Guerrero (Émerson Sheik) (Alexandre Pato). Técnico: Tite.

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terça-feira, 28 de maio de 2019

Taças – Taça dos Invictos (2009)

Em 2004, a Federação Paulista de Futebol reeditou a Taça dos Invictos, que desde a década de 1930 era entregue pelo jornal A Gazeta Esportiva à equipe que superasse a marca vigente de invencibilidade em partidas do Campeonato Paulista. Válida apenas para os jogos da Série A1, o troféu, como de costume, seria de posse transitória, mas agora ficaria em definitivo com a equipe que o conquistasse por três vezes consecutivas ou alternadas, não duas.

O primeiro vencedor desta edição foi o São Paulo, que alcançou 15 jogos sem derrota em 2005. Entre 2006 e 2007, o próprio São Paulo superou seu recorde e conseguiu 20 partidas de invencibilidade. Assim, quem quisesse tirar a taça do clube do Morumbi teria que chegar a no mínimo 21 jogos sem perder, já que a meta não era referente à marca que superou a série anterior (no caso, 16 jogos), e sim à série total invicta de 20 partidas.

E o Corinthians obteve esse feito em 2009, exatamente em uma partida contra o São Paulo. Pior: no jogo de volta da semifinal do Campeonato Paulista, quando eliminou o rival da competição. O Timão já havia vencido o jogo de ida, e na partida de volta, em 19 de abril, venceu novamente, por 2x0, gols de Douglas e Ronaldo. Nesse dia, tivemos o prazer de tirar do rival tanto a vaga para a final como a Taça dos Invictos da sua galeria.

A última derrota do Corinthians pelo Campeonato Paulista havia sido em 6 de junho de 2008, 3x2 contra o Noroeste, pela última rodada do estadual daquele ano. A série invicta alvinegra se iniciou no primeiro compromisso do Timão pelo Paulistão de 2009: empate em 2x2 contra o Grêmio Barueri no dia 22 de janeiro. A partida contra o São Paulo que valeu a taça foi a 21ª da série invicta, após uma sequência de 12 vitórias e nove empates. Com mais quatro vitórias e três empates, chegamos a 28 partidas sem derrota, sendo a última um clássico contra o Palmeiras vencido por 1x0 no dia 31 de janeiro do ano seguinte, já em partida válida pelo Paulistão de 2010. A invencibilidade corinthiana durou até 3 de fevereiro de 2010, quando fomos derrotados por 2x1 pela Ponte Preta, e inclui o título invicto do Paulistão de 2009.

Essa foi a quinta conquista corinthiana da Taça dos Invictos e, até segunda ordem, será a última, já que questões legais envolvendo a Federação Paulista e A Gazeta Esportiva fizeram com que esse troféu não fosse mais oferecido. Por esse motivo, seguimos carregando a honra de sermos o último vencedor de tão tradicional premiação.

Time-base: Felipe; Alessandro, Chicão, William e André Santos; Cristian, Elias e Douglas (Boquita); Jorge Henrique, Ronaldo (Souza) e Dentinho (Morais). Técnico: Mano Menezes.

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segunda-feira, 27 de maio de 2019

Pós-jogo: Corinthians 1x0 São Paulo

Campeonato Brasileiro 2019 – 6ª rodada

Mais três pontos na tabela, mais uma vitória em clássicos para Carille e mais uma partida sem derrota contra o São Paulo na Arena Corinthians.

Volte sempre!

Próximo jogo: 30/5, contra o Deportivo Lara, fora de casa, pela Sul-Americana.

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Agenda – 27 de maio

No dia 27 de maio de:

  • 2001 Corinthians empatou com o Botafogo de Ribeirão Preto em 0x0 e conquistou o Campeonato Paulista de 2001o 24º de sua história.
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Agenda – 25 de maio

No dia 25 de maio de:

  • 1952 nasceu Adenor Leonardo Bacchi, o Tite, treinador do Corinthians de 2004 a 2005, de 2010 a 2013 e de 2015 a 2016.
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sexta-feira, 24 de maio de 2019

Pós-jogo: Corinthians 2x0 Deportivo Lara-VEN

Copa Sul-Americana 2019 – Segunda fase: jogo de ida

Bela vantagem adquirida pelo Corinthians na noite de ontem: largamos na frente do Deportivo Lara pela segunda fase da Copa Sul-Americana com uma vantagem de dois gols.

Mas bela mesmo foi a atitude da Diretoria corinthiana e do camarote Fiel Zone: sabendo da dificuldade encontrada pela equipe venezuelana, reflexo do momento terrível vivido pelo país, enviaram hambúrgueres e 27 pizzas ao elenco adversário. Detalhe: eles não tinham comida para depois do jogo. Nunca será apenas futebol.

Mas no que se refere ao jogo em si, fomos bem. Acredito ser difícil que a vaga escape das nossas mãos na semana que vem.

Próximo jogo: 26/5, contra o São Paulo, em casa, pelo Brasileirão.

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quinta-feira, 23 de maio de 2019

Taças – Taça dos Invictos (1990)

A sexta edição da Taça dos Invictos, oferecida pelo jornal A Gazeta Esportiva à equipe que batesse a marca anterior de invencibilidade em partidas do Campeonato Paulista, já havia sido levada para o Parque São Jorge em 1987, após o Corinthians alcançar 19 jogos sem perder na competição. Mas no ano seguinte o Palmeiras chegou a 23 partidas sem derrota e nos tirou a taça. O que fazer? Recuperá-la, é claro.

Nessa edição da Taça dos Invictos, as partidas subsequentes após a quebra do recorde anterior eram consideradas. Assim, embora o Palmeiras tivesse recebido a taça logo após superar o nosso recorde (ou seja, após 20 jogos sem derrota), seria necessária uma sequência invicta de 24 partidas para que a série total de invencibilidade do rival (23 jogos) fosse batida.

Essa marca seria atingida pelo Timão em 1990. Derrotado por 1x0 pelo Noroeste logo na estreia do Campeonato Paulista, em 27 de janeiro, o Corinthians iniciou em 4 de fevereiro sua sequência invicta, quando bateu a Ponte Preta por 1x0. Chegaria à 24ª partida sem derrota, sendo 12 vitórias e 12 empates, no dia 1º de julho, quando não teve nenhuma vergonha de segurar um 0x0 em casa contra o modesto Mogi Mirim pra alcançar seu objetivo. E a torcida não pareceu se importar: "Chora, Porcão, a Taça é do Timão" era o grito entoado pelos torcedores alvinegros, em provocação ao rival.

A invencibilidade corinthiana no estadual duraria até o final do campeonato e ainda se estenderia às primeiras rodadas do Paulista de 1991. Alcançando mais seis vitórias e 10 empates, chegamos a incríveis 40 partidas seguidas sem perder no Paulistão, até ocorrer uma derrota por 1x0 diante do Botafogo de Ribeirão Preto em 14 de agosto de 1991.

Essa foi a quarta Taça dos Invictos erguida na história corinthiana e a segunda conquistada em definitivo, já que seu regulamento previa que quem a vencesse duas vezes em uma mesma edição ficaria com ela para sempre.

Time-base: Ronaldo; Giba, Marcelo (Dama), Guinei e Jacenir (Ari Bazão); Márcio, Wilson Mano (Eduardo), Neto e Tupãzinho; Fabinho (Jairo), Marcos Roberto (Valmir) (Viola) e Mauro. Técnico: Zé Maria (Basílio).

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Agenda – 23 de maio

No dia 23 de maio de:

  • 1932 nasceu Dino Sani, meio-campista que atuou no Corinthians de 1965 a 1968 e treinador do clube de 1969 a 1970.

  • 1964 nasceu Wilson Mano, meio-campista que atuou no Corinthians de 1986 a 1992 e em 1994.
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quarta-feira, 22 de maio de 2019

Taças – Taça dos Invictos (1987)

Na década de 1980, o jornal A Gazeta Esportiva resolveu colocar novamente em disputa a Taça dos Invictos, premiação clássica a ser oferecida à equipe que batesse a marca vigente de jogos sem derrota em partidas do Campeonato Paulista.

Essa foi a sexta edição da Taça dos Invictos. A primeira foi conquistada definitivamente pelo Palestra Italia. A segunda, pelo Corinthians, após termos levantado esse troféu duas vezes, em 1956 e 1957. Foi só depois de 30 anos, em 1987, que voltamos a alcançar essa façanha. Ao longo desse período já havia dado tempo de a terceira ser conquistada em definitivo pelo Guarani, a quarta, pelo Palmeiras e a quinta, pelo São Paulo.

Assim como em suas edições anteriores, a sexta Taça dos Invictos ficaria para sempre com a equipe que a conquistasse duas vezes. Ela havia sido anteriormente oferecida ao Santos, após 15 partidas de invencibilidade em 1984, e à Inter de Limeira, que chegou a 17 jogos sem perder em 1986. E diferentemente de edições anteriores dessa disputa, o número a ser levado em consideração para tirar a taça da Inter se referia à série completa (ou seja, era necessário alcançar mais do que 17 jogos sem derrota), não ao número que superou a marca antiga (no caso, 16). Mas mesmo com esse elemento dificultador a mais, em 1987 ela voltou a ser entregue ao Corinthians, que, após um início muito ruim no Campeonato Paulista, se recuperou e alcançou 19 jogos consecutivos sem conhecer sequer uma derrota na competição.

Após perder de 1x0 para o Mogi Mirim em 24 de maio, o Corinthians seria derrotado apenas em 12 de agosto, pelo São Bento, por 2x1. A invencibilidade alvinegra durou de 27 de maio, vitória por 3x0 sobre a Ponte Preta, até 9 de agosto, empate em 3x3 com o São Paulo, dia em que a taça chegou ao estádio de helicóptero para ser entregue ao capitão Biro-Biro minutos antes da partida.

O jogo que valeu a taça, quando superamos a marca da Inter de Limeira, havia sido o anterior: uma goleada de 5x0 sobre o Botafogo de Ribeirão Preto no Pacaembu em 5 de agosto, com gols de Éverton, João Paulo, Edmar (duas vezes) e Jorginho. Nesse dia alcançamos 18 jogos de invencibilidade, com 14 vitórias e quatro empates, e assim conquistamos a Taça dos Invictos pela terceira vez em nossa história.

Detalhe: a conquista se deu em 1987, não em 1988, como muitas fontes sobre a história corinthiana costumam erroneamente apontar.

Essa edição da Taça dos Invictos seria conquistada em definitivo exatamente pelo próprio Corinthians, em 1990.

Time-base: Waldir Peres; Édson, Mauro (Edivaldo), Jatobá e Dida; Biro-Biro (Wilson Mano), Eduardo (Márcio) (Paulo César Catanoce), Éverton e Jorginho; Edmar (Marcos Roberto) e João Paulo. Técnico: Formiga.

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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Pós-jogo: Athletico-PR 0x2 Corinthians

Campeonato Brasileiro 2019 – 5ª rodada

Finalmente voltamos a vencer.

Mas não se iluda: o desempenho foi péssimo, como de costume.

Próximo jogo: 23/5, contra o Deportivo Lara, em casa, pela Sul-Americana.

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Agenda – 19 de maio

No dia 19 de maio de:

  • 2013 Corinthians empatou com o Santos em 1x1 e conquistou o Campeonato Paulista de 2013, o 27º de sua história.
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Agenda – 18 de maio

No dia 18 de maio de:

  • 1949 nasceu Zé Maria, lateral-direito que atuou no Corinthians de 1970 a 1983 e treinador do clube em 1983.

  • 1959 nasceu Biro-Biro, meio-campista que atuou no Corinthians de 1978 a 1988.

  • 2014 ocorreu a primeira partida oficial da Arena Corinthians, contra o Figueirense. Placar: 0x1.
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sexta-feira, 17 de maio de 2019

Taças – Taça dos Invictos (1957)

O Corinthians demorou quase duas décadas para levantar pela primeira vez a Taça dos Invictos, oferecida pelo jornal A Gazeta Esportiva à equipe que batesse a marca vigente de invencibilidade em partidas do Campeonato Paulista: colocada em disputa em 1939, foi só em 1956 que a conquistamos pela primeira vez. No entanto, parece que o time rapidamente tomou gosto por essa conquista, pois no ano seguinte iniciaria nova série invicta e levaria o troféu para o Parque São Jorge outra vez, dessa vez em definitivo, já que seu regulamento previa que a equipe que a conquistasse duas vezes ficaria com ela para sempre. Detalhe: dessa vez não era necessário superar a marca anterior, bastando igualar a sequência corinthiana de 25 jogos sem perder alcançada em 1956.

Assim como havia acontecido no ano anterior, o Corinthians ficou praticamente todo o segundo semestre de 1957 sem ser derrotado no Campeonato Paulista, considerando tanto o Torneio de Classificação como o campeonato em si. A última derrota pelo estadual havia sido exatamente a última partida do Paulista de 1956: 2x1 contra o Santos em 29 de dezembro. Assim, a primeira partida do torneio de 1957, empate em 2x2 contra o Taubaté em 16 de junho, abriu a série invicta que apresentaria grandes resultados, como 7x1 sobre a Ferroviária, 5x0 contra o Linense e duas lavadas em cima do Botafogo de Ribeirão Preto, por 5x1 e 4x0. Mas a partida mais emocionante foi exatamente a 25ª da série invicta: um 3x3 contra o Santos de Pelé no Pacaembu em 3 de novembro. Nesse dia, Boquita fez o primeiro para o Corinthians, o Santos virou e Goiano empatou novamente, mas o Santos fez o terceiro. A taça já parecia escapar das nossas mãos, quando aos 44 minutos do segundo tempo o centroavante Paulo, que naquele dia jogava improvisado de lateral-direito, marcou o gol de empate em um chute de longa distância que enganou o goleiro adversário e entrou no cantinho do gol. O 3x3, diz a lenda, fez o menino Pelé chorar, tamanha era a vontade dos adversários de tirar a taça das nossas mãos. E por ser a segunda conquista alvinegra, a Taça dos Invictos foi conquistada de forma definitiva, encontrando-se até os dias de hoje na Sala de Troféus do Parque São Jorge.

Foram 17 vitórias e oito empates ao longo da campanha. Ainda chegaríamos a 35 partidas sem perder no estadual, com mais oito vitórias e dois empates.

Valorizada a ponto de ser comemorada como um verdadeiro título, essa Taça dos Invictos teve grande relevância também por ter sido a última conquista daquela que até hoje é considerada a mais importante geração da história corinthiana.

Time-base: Gylmar; Olavo e Cássio (Alfredo Ramos); Idário, Walmir e Oreco (Goiano) (Benedito); Cláudio (Zé Carlos), Luizinho, Índio, Rafael (Paulo) e Boquita (Zague) (Beni). Técnico: Oswaldo Brandão.

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quinta-feira, 16 de maio de 2019

Taças – Taça dos Invictos (1956)

Em 1939, A Gazeta Esportiva, principal jornal de esportes da época, criou uma taça a ser entregue à equipe que alcançasse uma longa sequência sem derrotas em jogos do Campeonato Paulista. De posse transitória, ela ficaria com o clube que alcançasse determinada marca de invencibilidade, até que outro clube superasse a série vigente. O troféu levava o nome do jornal, mas, por motivos óbvios, acabou ficando mesmo conhecido como Taça dos Invictos.

A iniciativa surgiu devido à excelente marca alcançada pelo Corinthians naquele ano: foram 19 jogos consecutivos sem derrota pelo estadual, o primeiro em 24 de outubro de 1937 (1x0 sobre o Santos) e o último em 9 de julho de 1939 (5x1 sobre o Ypiranga), período que inclui o título do Campeonato Paulista de 1938, conquistado de forma invicta. Foram incríveis 21 meses de invencibilidade no estadual: havíamos sido derrotados em 10 de outubro de 1937, por 3x2, pela Portuguesa Santista, e fomos perder novamente só em 16 de julho de 1939, para o São Paulo, por 2x1.

O problema é que o Palestra Italia resolveu atravessar a premiação e reivindicar a taça, já que entre 1933 e 1934 o rival havia alcançado 22 partidas sem derrota. Com isso, o jornal tomou algumas medidas: entregou o troféu em definitivo ao Palestra, colocou em disputa uma taça nova em folha, cuja posse permanente ficaria a cargo da equipe que a conquistasse por duas vezes seguidas ou alternadas, e definiu 22 partidas invictas como a marca a ser batida.

A primeira equipe a ultrapassar o recorde de 22 jogos foi o São Paulo, invicto por 23 partidas entre 1945 e 1946 (na realidade, 30 partidas, mas o número de jogos levado em conta era aquele que superasse a marca antiga, não sendo levados em consideração os resultados subsequentes). Apenas 10 anos depois outro time conseguiu superar essa façanha: o Santos, com 24 jogos de invencibilidade em 1956.

Nessa altura, a Taça dos Invictos já havia virado obsessão para os corinthianos, já que éramos a única equipe grande que ainda não tinha conseguido esse troféu. Além disso, em mais de uma ocasião, como em 1941, 1951 e 1952, ficamos no quase, já que havíamos alcançado uma longa sequência de invencibilidade, mas insuficiente para garantir a conquista.

E foi no próprio ano de 1956 que finalmente conseguimos alcançar esse feito e tirar a Taça dos Invictos do Santos, que havia acabado de conquistá-la: após derrota por 2x1 para a Portuguesa em 22 de julho, o Corinthians bateu o Jabaquara por 3x1 no dia 26 do mesmo mês e iniciou a tão sonhada sequência de 25 jogos sem derrota que levaria o prestigiadíssimo troféu para o Parque São Jorge pela primeira vez na história. A campanha corinthiana apresentou jogos de todos os tipos: goleadas (como o 5x1 sobre o São Bento e os 6x2 que aplicamos em três ocasiões, contra Nacional, Portuguesa Santista e Ferroviária), vitórias em clássicos (1x0 contra o Palmeiras, 4x3 sobre o São Paulo e 4x0 em cima do Santos) e até um agoniante 4x4 contra o Palmeiras, em que buscamos a igualdade após estarmos perdendo por 2x0, 3x1 e 4x2. Finalmente obtivemos o direito de ficar com a taça no dia 1º de dezembro, após partida contra o São Paulo disputada no Pacaembu. O adversário chegou a ficar em vantagem no marcador duas vezes, mas Cláudio fez os dois gols que garantiram tanto o empate em 2x2 como a 25ª partida corinthiana seguida sem derrota. Finalmente, após 18 vitórias e sete empates, a Taça dos Invictos era do Corinthians.

A taça foi entregue com grande solenidade no auditório da Rádio Gazeta, enquanto uma verdadeira multidão esperava à porta do prédio para acompanhar a passeata rumo ao Parque São Jorge.

Curiosamente, o time não conseguiu ampliar essa marca. Já na partida seguinte, em 9 de dezembro, a surpreendente derrota por 1x0 para o XV de Jaú encerrou a invencibilidade corinthiana. Mas ninguém se importou: o objetivo já havia sido alcançado.

No ano seguinte, o Corinthians repetiria a própria marca e ficaria em definitivo com a taça.

Time-base: Gylmar (Valentino); Olavo e Julião (Alan); Idário, Goiano (Walmir) e Roberto; Cláudio, Luizinho, Paulo, Rafael (Zague) e Zezé (Nelsinho). Técnico: Oswaldo Brandão.

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Agenda – 15 de maio

No dia 15 de maio de:

  • 2002 Corinthians empatou com o Brasiliense em 1x1 e conquistou a Copa do Brasil de 2002, a 2ª de sua história.
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Pós-jogo: Corinthians 0x1 Flamengo

Copa do Brasil 2019 – Oitavas de final: jogo de ida

Péssima partida em Itaquera, mais uma vez.

Mais uma vez o time não jogou e praticamente não chutou no gol. Pra piorar, Carille parece que ainda não aprendeu a atacar e desaprendeu a defender. Resultado: derrota amarga em casa na partida de ida das oitavas da Copa do Brasil.

Agora, vamos praticamente precisar de um milagre no Rio pra avançar. E eu não acredito em milagres.

Próximo jogo: 19/5, contra o Athletico-PR, fora de casa, pelo Brasileirão.

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terça-feira, 14 de maio de 2019

Pós-jogo: Corinthians 0x0 Grêmio

Campeonato Brasileiro 2019 – 4ª rodada

Não há como comentar a partida de sábado contra o Grêmio. Aparentemente não houve futebol nesse dia.

Próximo jogo: 15/5, contra o Flamengo, em casa, pela Copa do Brasil.

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Agenda – 12 de maio

No dia 12 de maio de:

  • 2002 Corinthians empatou com o São Paulo em 1x1 e conquistou o Torneio Rio-São Paulo de 2002, o 5º de sua história.
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sexta-feira, 10 de maio de 2019

Agenda – 10 de maio

No dia 10 de maio de:

  • 1952 nasceu Vanderlei Luxemburgo, treinador do Corinthians em 1998 e em 2001.
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quinta-feira, 9 de maio de 2019

Agenda – 9 de maio

No dia 9 de maio de:

  • 1927 nasceu Idário, lateral-direito que atuou no Corinthians de 1949 a 1959.
           
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segunda-feira, 6 de maio de 2019

Pós-jogo: Vasco 1x1 Corinthians

Campeonato Brasileiro 2019 – 3ª rodada

Péssimo resultado em uma noite de péssimo futebol.

Empate contra um time que vive uma crise inacreditável há anos, mesmo fora de casa e mesmo com um golaço marcado por Mateus Vital, jamais poderá ser comemorado.

Próximo jogo: 11/5, contra o Grêmio, em casa, pelo Brasileirão.

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sexta-feira, 3 de maio de 2019

Agenda – 3 de maio

No dia 3 de maio de:

           
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Pós-jogo: Corinthians 1x0 Chapecoense

Campeonato Brasileiro 2019 – 2ª rodada

Primeira vitória no Brasileirão 2019! Primeira de muitas, esperamos.

E primeiro gol do promissor lateral Carlos Augusto nos profissionais do Timão.

Próximo jogo: 4/5, contra o Vasco, fora de casa, pelo Brasileirão.

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Agenda – 1º de maio

No dia 1º de maio de:

  • 1929 ocorreu a primeira vitória internacional do Corinthians: 3x1 sobre o Barracas, da Argentina.
               
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